Por 5x4 Gestão Caiado aumenta contribuição do IPASGO em 21% sobre agregados
11/06/2019 19:57 em Cidadania

Por 5 votos a 4, os representantes da gestão Caiado, aprovaram a proposta que aumenta em 21% a contribuição dos agregados (Pai, Mãe, irmão) ao Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo). A reunião do Conselho Deliberativo ocorreu nesta terça(11). 

 

O valor também será reajustado para quem paga a cota mínima (piso) ou máxima (teto). Já a contribuição, dos titulares e dependentes, que não se enquadra na cota, mínima ou máxima, não sofrerá reajuste.   

 

A presidenta do Sindsaúde e vice-presidenta do CDI, Flaviana Alves, criticou o aumento e lamentou a falta de paridade entre os representantes da gestão e dos trabalhadores. Para Flaviana, o número de representantes do funcionalismo foi insuficiente para barrar o aumento.

 

Votaram contra o reajuste

e assinaram a solicitação de dados complementares

 

1 - Uilia Alves Braga (UNIMIL - União dos Militares do Estado de Goiás)

2 - Eduardo Aires Berbert Galvão (SINDIGESTOR)

3 - flaviana Alves Barbosa (SINDISAUDE)

 4 - Jeovano Bartolotte Xavier (SINDIAGRI)

 

Votaram a favor do reajuste

 

1 - Pedro Henrique Sales (Secretário Estadual de Administração)

2 - Jardel Mota Marinho (Tenente BM - Atualmente Gerente de Logística do IPASGO)

3 - Kátia Ribeiro Aguiar (Servidora do IPASGO)

4 - Haroldo Campelo Feres Queiroz (Gestor Governamental - Atualmente Diretor Administrativo do IPASGO)

5 - Salomão Rodrigues Filho (Membro da Associação Médica)

 

MAIS...

 

Flaviana voltou a criticar a falta de clareza nos números apresentados pela direção do Ipasgo que justificariam a necessidade do reajuste. “Nós, representantes dos servidores consideramos os dados bastante frágeis e tivemos um tempo muito curto para analisar os números. Agora vamos buscar medidas para tentarmos reverter essa decisão”, adiantou.

 

O Sindsaúde lembrou ainda que a dívida do Estado com o Ipasgo é de R$ 272 milhões, ou seja, maior que o déficit apresentado pela gestão (R$ 214 milhões) e que é necessário investigar o alto valor dos aditivos firmados para a construção do Hospital do Servidor e todas as contas do Ipasgo, antes de propor qualquer aumento na contribuição do funcionalismo.

fONTE: SINDSAÚDEGO

 

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